De todas as histórias vampirescas, a minha favorita sempre foi a de Drácula, do autor Bram Stoker. Lembro-me quando assisti pela primeira vez a adaptação feita por Francis Ford Cappola para o cinema com Wynona Ryder hipnotizada pelo chupa-sangue bonitão encarnado por um sedutor Gary Oldman. Mas, no final do ano passado, buscando por uma nova série para assistir (sou viciada no formato), encontrei “True Blood” e me surpreendi. Mesmo.
O roteiro, que vem da série de livros “Sookie Stackhouse”, mistura simplesmente tudo o que pede uma boa história de vampiros. Sexo (entre humanos e vampiros), drogas (o sangue dos vampiros para humanos), assassinatos e tórrido romance com o mais sexy dos seres da noite, o vampiro Bill Compton (Stephen Moyer). Meninas que ainda não viram se preparem para as cenas calientes do moço com a protagonista telepata Sookie (Anna Paquin). É de perder o fôlego. Uhull!
E mais, em “True Blood”, os vampiros, que são adeptos do sangue sintético que dá nome ao seriado, se revelaram para a sociedade e vivem no meio de todos como cidadãos comuns. É claro que há a analogia do preconceito contra a espécie e até um tipo de Ku Klux Klan contra eles representada por uma igreja e pastores evangélicos. Uia. Tudo ambientado em Louisiana
Além disso, os produtores não economizam em locações, os efeitos especiais estão na medida certa, e a produção é cinematográfica. A série é exibida pela HBO e está na sua segunda temporada nos Estados Unidos. Anna Paquin chegou a ganhar o prêmio de Melhor Atriz no Globo de Ouro, no início deste ano.
Abaixo deixo a ótima abertura que dá um gostinho de “True Blood”






1 comentário
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01/07/2009 às 11:56 PM
Thaís
True blood é fodástica!!!!!!!!
Mal posso esperar pela 2ª temporada…